Quando a pinta pode ser câncer

 

Marcas de nascença ou as que surgem ao longo do tempo, as pintas na pele podem ser para alguns um simples sinal característico e, no geral, inofensivas. Mas, em alguns casos é preciso ter atenção. A Dra. Adriana Vilarinho, que é parceira do Projeto de Peito Aberto, alerta que algumas características de pintas na pele, podem na verdade sinalizar o melanoma, que é o tipo mais grave do câncer de pele.

 

Para reconhecer quando a pinta pode ser câncer, fique atenta a alguns sinais. Ao observar a estrutura da pinta em sua pele, por exemplo, você pode notar se a borda dela é linear, pois o formato irregular pode sinalizar o melanoma. Outra característica para ficar de olho são as cores, caso observe pintas de cores como preto, vermelho ou marrom misturadas, pode ser um sinal de alerta, já que a maioria das pintas comuns são somente de uma cor.

 

Mas, o sinal mais importante, e que pode evidenciar mais diretamente um melanoma, é o quanto e como evolui essa pinta. As pintas comuns não doem, não coçam e não evoluem ao longo do tempo. Já as pintas que indicam o melanoma, podem coçar, mudarem de cor e até mesmo sangrar.

 

Caso observe uma dessas alterações, procure sua dermatologista para que ela faça o diagnóstico correto. Vale lembrar que uma das melhores formas de se prevenir do melanoma é evitar a exposição solar e usar sempre protetor solar.

 

Veja mais:

Manchas roxas podem ser problemas na coagulação

Cuidados com a pele na radioterapia

Saúde da mulher: o autoexame de mama